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Nas 320 páginas deste guia, o primeiro de abrangência nacional dedicado a pessoas com deficiência, há informações indispensáveis para esse público planejar suas viagens – a passeio ou a trabalho. No último ano, pesquisamos os avanços de acessibilidade e melhoria da infraestrutura da rede turística para atender adequadamente ao turista com deficiência. Embora, como era previsível, tenhamos encontrado muitos problemas, há ganhos inegáveis nesse sentido. Com a ajuda de repórteres especializados, identificamos o que existe de melhor em turismo adaptado em dez grandes capitais brasileiras que estão entre os destinos mais procurados por brasileiros e estrangeiros. Com informação objetiva e prática de consultar – e já escrito com as regras da nova ortografia da Língua Portuguesa – o Guia presta um serviço indispensável ao turista e à rede turística, valorizando os bons exemplos e demonstrando o grande potencial de ocupação que esse
público representa. Esta versão eletrônica do Guia Brasil Para Todos, foi desenvolvida de acordo com padrões de acessibilidade para leitura com softwares dedicados a pessoas cegas e com baixa visão.
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| Sobre o Guia |
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| • 10 capitais brasileiras; |
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| • 139 passeios acessíveis; |
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| • 106 restaurantes; |
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| • 92 hotéis adaptados; |
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| • 377 dicas para viajantes. |
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“Navegar é preciso, viver não é preciso.” Há décadas, esta frase é atribuída ao poeta português Fernando Pessoa, que a teria usado como epígrafe de um dos poemas de seu único livro publicado em vida (Mensagem), numa referência à afirmação do general romano Pompeu (106-48 aC) a marinheiros amedrontados que se recusavam a embarcar para a guerra. Embora não figure oficialmente em nenhuma obra de Pessoa, a citação ganhou notoriedade no mundo inteiro, caiu no domínio público, e, desde então, inspira muita gente com a convocatória a fazermos a diferença. Este guia de turismo, o primeiro de abrangência nacional feito no Brasil com foco nas pessoas com deficiência, nasce com essa mesma proposta: ser um marco na promoção do direito ao lazer desse público e contribuir para a ampliação de sua cidadania. O Guia Brasil Para Todos é um projeto que alimentamos há muitos anos. Desde quando entendemos que trabalhar para construir uma sociedade sem exclusões é uma tarefa cotidiana, que abrange todos os aspectos do desenvolvimento humano: educação, atuação profissional e lazer.
Em 1998, estávamos no auge de nossa juventude. Cursávamos a faculdade e aproveitávamos tudo o que a vida nos oferecia, quando uma patologia na medula deixou Andrea paralisada da cintura para baixo. Depois de muita investigação clínica, diversos tratamentos, trabalho de reabilitação e apoio da família, assimilamos essa nova realidade. E decidimos que, juntos, poderíamos dar continuidade a todos os nossos planos. Isso não quer dizer que tudo foi um mar de rosas, muito pelo contrário. Sentimos na pele as dificuldades que a deficiência impõe. Passamos a brigar, literalmente, por uma série de questões que até então não passavam pela nossa cabeça. Como aceitar passivamente que, pelo fato de um de nós estar numa cadeira de rodas, não poderíamos mais entrar em nosso restaurante favorito ou ir ao cinema, fazer compras no shopping ou simplesmente passear num espaço público – por falta de adaptações? Foi assim que decidimos entrar de cabeça nesse novo mundo, trabalhando para que tenhamos mais condições para o avanço da inclusão das pessoas com deficiência na sociedade.
Essa foi a semente da i.Social, nossa empresa de consultoria, que desenvolve vários projetos para esse público e que, em seus dez anos de existência, já inseriu milhares de pessoas no mercado de trabalho e auxiliou inúmeras empresas em seus processos de inclusão profissional.
Um outro foco de nossa atuação surgiu de uma experiência que vivemos durante nossos primeiros anos convivendo com a realidade da deficiência. Em nossas idas e vindas em busca de diversão nas horas que tínhamos para o lazer, deparamos sempre com muitas dificuldades para encontrar informações organizadas que nos ajudassem a planejar nossos programas, seja o happy hour no fim do dia ou um fim de semana viajando. Disso surgiu a idéia de reunir o conhecimento adquirido em nossos passeios por São Paulo num guia de serviços voltados para as pessoas com deficiência.
O fruto desse trabalho resultou no Guia São Paulo Adaptada, lançado em 2001 pela editora O Nome da Rosa, que tornou-se rapidamente uma referência para o segmento. A iniciativa, inédita no Brasil, trouxe para o debate público o tema acessibilidade para o lazer e o turismo, sendo amplamente discutido em diversas outras áreas.
Desde então, muita coisa aconteceu. Hoje, pelo que já fizemos, desfrutamos de um reconhecimento que nos enche de orgulho. Mas não foi só de trabalho que vivemos nesses últimos anos. Viajamos um pouco e conhecemos muitos lugares que nos trazem excelentes recordações. E algumas não tão agradáveis assim. Muitas vezes tivemos de nos arriscar a viajar sem saber o que encontraríamos pela frente. Não foram apenas uma, duas ou três vezes em que chegamos a um hotel e o quarto acessível que a recepção nos prometeu não tinha as adaptações adequadas. Ou participar de passeios em que o operador supos¬tamente estava preparado para atender turistas com deficiência, quando, na verdade, ele oferecia somente uma rampa para ter acesso à atração usando a cadeira de rodas.
É preciso encarar o fato de que, no Brasil, o turismo para pessoas com deficiência ainda está aquém do que po¬demos chamar de acessível para esse grupo da população – 14,5%, segundo dados do Censo 2000 do IBGE (cerca de 30 milhões de brasileiros, aos números de hoje). Se somarmos a esse grupo familiares e amigos, o número de pessoas que convivem diretamente com a realidade da deficiência sobe para quase dois terços da população. Através da promoção do turismo acessível para todos os brasileiros, o País pode impulsionar esse setor, gerando empregos e aquecendo a economia. Como se vê, inclusão pode ser um ótimo negócio. Para que isso aconteça, é preciso incentivar as pessoas a sair de casa a fim de conhecer o Brasil que encanta turistas do mundo inteiro.
O Guia Brasil Para Todos se propõe a atender à enorme demanda de pessoas com deficiência que querem viajar, mas pretende contribuir para melhorar a acessibilidade do turismo nacional até então não dispunham de uma publicação especializada para atender às suas necessidades de informação qualificada, com apresentação dos serviços disponíveis em cada destino. Nesta primeira edição, você vai encontrar o que há de melhor para visitar em dez capi¬tais brasileiras, sempre sob o ponto de vista de um viajante.
No último ano, saímos a campo – com o apoio de repórteres e fotógrafos das cidades escolhidas – para identificar os avanços promovidos em termos de acessibilidade na infraestrutura turística. Optamos por valorizar as reformas e atitudes inclusivas já implementadas, dando visibilidade a elas, em vez de simplesmente apontar o que falta fazer. Isso porque avaliamos que o Brasil está dando os primeiros passos rumo à plena acessibilidade no turismo.
Em muitos lugares, ouvimos de estabelecimentos como hotéis e restaurantes que não aceitavam a presença de cães-guias acompanhando pessoas cegas. Ou, ao contrário, que os aceitavam. Em ambos os casos, percebemos que o desconhecimento da legislação ainda é um problema a ser superado. O decreto 5.904/06, como é de conhecimento público, obriga que se aceite a circulação e presença do cão-guia, quando acompanhando seu dono.
O Guia Brasil Para Todos pretende contribuir para melhorar as condições de acessibilidade da infraestrutura de turis¬mo nacional, oferecendo informações so¬bre centenas de estabelecimentos e atra¬ções nos destinos escolhidos. Estamos convencidos de que na próxima edição, não apenas poderemos ampliar o número de destinos visitados como registrar que os serviços se qualificaram. Para isso, contamos também com a sua ajuda.
Dito isso, convidamos você a mergulhar nas páginas do Guia Brasil Para Todos e escolher o destino de sua próxima viagem. Descubra novos lugares, conheça a riquíssima cozinha regional brasileira, faça amigos e explore sensações que ainda não experimentou. Você há de concordar com o verso do poeta: “Navegar é preciso”. E acrescentar: viver também é preciso.
Andrea Schwarz é formada em Fonoaudiologia, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Há dez anos atua na área de responsabilidade social, com foco na inclusão de pessoas com defi ciência no mercado de trabalho. Em 1998, Andrea ficou em uma cadeira de rodas devido a uma malformação congênita na medula espinhal.
Jaques Haber é formado em Publicidade e Marketing, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Sua vivência com Andrea contribuiu para a idealização da i.Social, empresa que trabalha para a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho e projetos de responsabilidade social.
Em parceria, realizaram o Guia SP Adaptada, publicação que mapeou São Paulo de acordo com a acessibilidade, e a Mostra Fotográfica Imagens da Inclusão, exposição de fotos que mostra a deficiência sob pontos de vista inovadores, com o objetivo de contribuir com a efetiva inclusão da pessoa com deficiência em todos os setores da sociedade.
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Por Mara Gabrilli*
Uma das grandes di?culdades que as pessoas com de?ciência enfrentam é a falta de informações, especialmente sobre como será sua vida dali em diante. A primeira frase que escutei quando me contaram que estava tetraplégica foi que nunca mais iria andar. Ouvir “nunca mais você vai fazer isso ou aquilo” é constante para quem ?ca cego, quem tem um ?lho com síndrome de Down ou paralisia cerebral, quem sofre um acidente... Por isso, é com grande alegria e honra que saúdo este livro e seus bravos autores: Andrea Schwarz e Jaques Haber, que, assim como eu, nunca acreditaram no nunca e sabem o quão precioso é encontrar informação. Eu sempre amei viajar, descobrir outros lugares, outras gentes e culturas, e reencontrar meu sentido de humanidade. A possibilidade de fugir do cotidiano para repor as energias e ainda obter crescimento pessoal é irresistível. Me sinto muito bem em locais rústicos que são facilmente descobertos no maravilhoso litoral brasileiro. Não consigo ver um lugar aonde não possa ir! Por isso, inaugurei muitos destinos como a primeira cadeirante a ser recebida em pousadas, hotéis e restaurantes. É certo que enfrentei algumas di?culdades, mas a minha presença ali foi decisiva para que os proprietários começassem a pensar em alternativas para receber alguém como eu, ou com outras necessidades. Foi assim em Ilhabela, no litoral de São Paulo, assim como em Trancoso e Ilhéus, na Bahia, locais a que não me canso de voltar e que me enchem de prazer quando encontro novos recursos e adaptações.
No entanto, foi em viagens pela Europa, Estados Unidos, Canadá e, especialmente, no Japão que conheci um conceito muito simples, mas extremamente abrangente: o Desenho Universal. Algo que me encantou e que procuro divulgar por onde passo. Por meio do desenho universal temos projetos, produtos e ambientes desenvolvidos de maneira que contemplem toda a diversidade humana: de crianças a adultos, que podem ser altos ou baixos, idosos, obesos, anões e pessoas que usem cadeira de rodas, muletas, bengala ou cão-guia para se locomover ou a língua de sinais para se comunicar. É o caminho para uma sociedade que reconhece que somos todos diferentes, porém, ao mesmo tempo, iguais em direitos. Não é justo apontar como ‘‘de?ciente” uma pessoa que ?ca trancada em casa porque não tem autonomia para ir aonde quiser por falta de estrutura física. É mais justo di¬zer que a cidade é de?ciente.
Em Estocolmo e Toronto encontrei tantos cadeirantes e cegos nas ruas que pensava surpresa: será que aconteceu uma epidemia ou acidente...? Nada disso. São os recursos que facilitam o ir e vir, a inclusão na educação e no traba¬lho, e que fazem com que essas pessoas saiam de casa. E é importante frisar que o número de pessoas com de?ciência nesses países é muito menor do que no Brasil. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 80% das mais de 600 milhões de pessoas com de?ciência do mundo (10% da população mundial) estão em países em desenvolvimento, como o Brasil.
Apesar de o Brasil ter uma vocação enorme para o turismo, podemos aprender com as boas soluções encontradas por outros países. Se os gregos conseguiram acessibilizar a milenar Acrópole, é prova que há solução para tudo. Em Tóquio e Osaka, no Japão, os hotéis não têm cotas de quartos adaptados. Todos os quartos contam com desenho universal, o que signi?ca portas amplas, aces¬sos nivelados sem degraus, entre outras facilidades que valorizam o uso sem esforço, seguro e de fácil compreensão até para quem não conhece o idioma. Quando recebem alguém com uma de?ciência física ou sensorial (cegos e surdos), equipam os quartos com engenhocas criadas para atender a necessidades tão básicas como usar o banheiro ou atender o telefone. As ruas japonesas ainda contam com piso podotátil para cegos. Lá, um cego caminha melhor do que um vidente aqui no Brasil! A Avenida Paulista agora tem esse tipo de piso, além de rampas largas, o que dá mais segurança para as mães com carrinhos de bebê, além dos cadeirantes, idosos, mulheres de salto alto... Despida de barreiras, a Paulista aprendeu a valorizar nossa maior riqueza: a diversidade humana. E se você ainda não se enxergou aqui porque não é baixinho nem muito alto, não é anão, obeso, cego ou surdo, não usa óculos nem bengala, tampouco usou muletas e gesso, não carrega criança no colo nem foi gestante, certamente será idoso um dia. E aí, todos os recursos serão bem-vindos. Além disso, no Brasil, assim como em países europeus e nos Estados Unidos, existem cotas obrigatórias para contratação de trabalhadores com algum tipo de de?ciência. A Lei de Cotas brasileira determina que as empresas tenham entre 2 % e 5% de pro?ssionais com de?ciência em seu quadro de funcionários, e o número de contratados aumenta a cada ano. Ape¬nas no estado de São Paulo o número saltou de 80, em 2001, para 100 mil em 2007! Todos ávidos para consumir.
Se, por muito tempo, as pessoas com de?ciência foram tratadas apenas por meio de políticas de assistência social, o primeiro documento de Direitos Humanos do Século XXI, sinalizando os novos tempos, é a Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com De?ciência. Concluída e aprovada por unanimidade por 192 países com culturas, idiomas e regimes políticos diferentes, proíbe a discriminação em todos os aspectos da vida. Eu tive a oportunidade de participar, em Nova York, da elaboração desse documento, que tem signi?cado histórico e que mostra que podemos exercer plenamente nossos direitos civis, políticos, sociais, culturais e econômicos.
Embora seja necessário e indispensável, não basta reconhecer os direitos das pessoas com defi ciência no plano político e jurídico. É preciso arregaçar as mangas e agir porque a grande transformação começa com a mudança de atitude. Trabalho todos os dias para atingir corações e mentes e fazer com que entendam que, apesar das diferenças corporais ou sensoriais, temos as mesmas necessidades, os mesmos anseios. Queremos amar, ser amados. Queremos amigos que sejam testemunhas de nossas vidas e partilhem as deles conosco. Queremos uma profissão que nos dê identidade. Queremos também as lembranças de uma viagem. O Guia Brasil Para Todos - Um roteiro turístico e cultural para pessoas com deficiência vem para contribuir para um Brasil que se mostra cada vez mais disposto a assumir lugar de destaque junto às Nações verdadeiramente plurais, humanas e inclusivas. E, o melhor: temos a maior vocação para o turismo. Basta abrir a janela e olhar para fora. Basta
abrir as portas e nos dar boas-vindas.
* MARA GABRILLI, 41 anos, vereadora em São Paulo, é psicóloga, publicitária e empreendedora social. Tetraplégica há 14 anos, devido a um acidente de carro, preside
o Instituto Mara Gabrilli, que apoia atletas e fomenta pesquisas científicas. Foi a primeira titular da Secretaria Especial da Pessoa com Defi ciência e Mobilidade Reduzida,
criada em São Paulo, em 2005.
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BRADESCO: ÊNFASE NA INCLUSÃO BANCÁRIA
Em seus 66 anos de existência, o Bradesco tornou-se um dos maiores bancos privados do Brasil e da América Latina. Esse reconhecimento é resultado, principalmente, da solidez, da variada gama de produtos e serviços e da tradição no atendimento aos seus mais de 40 milhões de clientes. Outro ponto em que a instituição sempre direcionou esforços – e que até hoje é um dos pilares de sua atuação estratégica – é o acesso aos serviços bancários com a democratização da oferta de crédito. O Bradesco sempre acreditou que todos os clientes, independentemente de porte ou situação, devem ser atendidos de forma democrática, num processo de “portas abertas”. Por isso, ao longo de sua trajetória o Banco vem constituindo uma ampla rede de atendimento, que alcança praticamente todos os municípios brasileiros, composta por 10.561 pontos de atendimento próprios e 27.622 pontos de atendimento em terceiros (dados de dezembro/2008).
Sua filosofia de sustentabilidade está presente em suas estratégias e em suas ações e está totalmente alinhada com o atual momento que o mundo vive. A instituição tem consciência de seu papel na disseminação dos valores e conceitos ligados ao desenvolvimento sustentável. Em setembro de 2005, o Bradesco criou a Política Corporativa de Responsabilidade Socioambiental, na qual formaliza sua intenção com os objetivos desta área. No documento, estabelece valores para serem seguidos por toda a Organização. Este conjunto de ações ajudou o Bradesco a obter a Certificação da Norma SA8000®, de boas práticas de sustentabilidade, concedida pela Social Accountability International. O Banco participa do seleto grupo de empresas de capital aberto listadas no Dow Jones Sustainability Index (DJSI), da Bolsa de Nova York (NYSE) e também integra a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&F Bovespa. Além disso, é fortemente comprometido com o Pacto Global, é signatário dos Princípios do Equador e está alinhado aos Objetivos do Milênio. Em 2008, figurou como empresa-modelo, pela primeira vez, no Guia Exame de Sustentabilidade, editado, anualmente, pela revista Exame e que reúne as empresas consideradas como referência nesse campo. Externamente, também merece destaque o fato de o Banco ter sido escolhido o Melhor Banco do Ano no País e o Melhor Banco em Meio Ambiente e Governança Social Corporativa no Mundo, pela revista inglesa The Banker.
Valores
- Cliente como razão da existência da Organização.
- Transparência em todos os relacionamentos internos e externos.
- Respeito à concorrência.
- Crença no valor e na capacidade de desenvolvimento das pessoas.
- Respeito à dignidade e diversidade do ser humano.
- Responsabilidade socioambiental, com promoção e incentivo de ações para o desenvolvimento sustentável.
- Compromisso com a melhoria contínua da qualidade do atendimento, de produtos e de serviços.
Pessoas com Deficiência
A preocupação com a acessibilidade de seus clientes e usuários, bem como o foco do Banco na valorização da diversidade humana, fez com que fossem desenvolvidas diversas ações em prol das pessoas com deficiência. A instituição atua tanto no desenvolvimento de produtos e serviços que atendam às necessidades destes clientes, como na criação de oportunidades para inserção de profissionais com deficiência no mercado de trabalho e apoio às iniciativas de empresas e instituições voltadas para este público.
Atendimento Especial
A maioria das agências já está adaptada para o atendimento a este
público e todas as novas unidades são projetadas para oferecer acessibilidade
às pessoas com deficiência. Para os usuários de cadeiras de rodas, o Bradesco disponibiliza máquinas de autoatendimento que facilitam o alcance de todas as teclas, além de rampas ou acessos ao nível da calçada. Nas agências também há vagas de estacionamento exclusivas, áreas de embarque e desembarque para cadeirantes, sinalização e recepção adaptadas para o atendimento de clientes com deficiência, pisos e sanitários adaptados, além de funcionários especializados em Libras ( Língua Brasileira de Sinais) para atender a pessoas com deficiência auditiva. Ao todo, a Organização Bradesco já conta com 1.198 funcionários treinados em Libras.
Extrato em Braille
Para correntistas com deficiência visual, o Bradesco dispõe, desde novembro de 2007, de um serviço até então inédito no País: a emissão de extrato bancário em Braille. O demonstrativo consolidado (informações de conta corrente e de outros produtos) também pode ser impresso no formato ampliado, com letras e números maiores, para facilitar a leitura do público com baixa visão. Os demonstrativos em Braille são acompanhados de uma versão regular, também oferecida por razões legais. Tanto o demonstrativo ampliado quanto o confeccionado em Braille são enviados gratuitamente aos destinatários.
Virtual Vision
Outra facilidade disponibilizada para deficientes visuais é o Virtual Vision – software que permite operar o computador realizando consultas, transações, transferências e pagamentos de contas pela Internet. O Banco, por meio da Fundação Bradesco, também oferece um Programa de Informática para Deficientes Visuais, que em dez anos já realizou mais de 9 mil atendimentos. O Bradesco implantou ainda uma versão audível específica para as máquinas da Rede de AutoaAtendimento Bradesco Dia&Noite, em fase de expansão. Com o case “Virtual Vision: a tecnologia a serviço da inclusão social”, o Bradesco recebeu o Prêmio Eco 2007, concedido pela Câmara Americana de Comércio (Amcham).
Deficientes Auditivos
A Central de Atendimento Exclusiva para Deficientes Auditivos, funcionando desde abril de 2006, permite ao usuário obter informações sobre os produtos e serviços oferecidos pelo Bradesco. A troca de dados é realizada por meio de linguagem digital, com a participação de atendentes especialmente capacitados para executar tal função. Na Bradesco Seguros e Previdência também há um serviço voltado a esse público, a Central de Atendimento ao Surdo.
Programas de Empregabilidade
O Bradesco desenvolve várias iniciativas visando a empregabilidade de profissionais com deficiência, abrangendo:
- Programa de Capacitação Profissional e Inclusão de Pessoas com Deficiência no Setor Bancário, em parceria com a Febraban.
- Implantação da célula de trabalho para pessoas com deficiência visual para atuarem na central de atendimento a clientes.
- Link exclusivo destinado à inserção de currículos de pessoas com deficiência no site do Banco.
- Publicação de cartilha de sensibilização sobre a inclusão de pessoas com deficiência para todo o quadro de funcionários da Organização.
- Contratação de consultoria especializada em inclusão social para impulsionar o processo na Organização.
No final de 2008, havia 1.285 pessoas com deficiência como funcionários do Bradesco.
Box
Acesse o site www.bradesco.com.br/rsa e saiba mais sobre as ações de sustentabilidade do Banco que defende e pratica a inclusão.
Profissionais com deficiência interessados em trabalhar no Bradesco devem enviar seu currículo para o endereço de e-mail 4240.inclusaopcd@bradesco.com.br
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Os últimos dez anos mudaram a maneira como a sociedade entendia a questão da deficiência. Nesse período, as pessoas com deficiência desafiaram a histórica invisibilidade social que impedia que exercessem a cidadania em sua plenitude e assumiram a defesa de seus interesses. Saíram a campo e criaram inúmeras organizações não governamentais. Instituições históricas do segmento se fortaleceram através da profissionalização crescente e da prestação de serviços. O diálogo com o poder público e com outros setores da sociedade, como a iniciativa privada, abriu espaço para parcerias produtivas. A visão de que para construir uma sociedade inclusiva era preciso abrir a escola e o mercado de trabalho à diversidade ganhou espaço e consistência. A legislação específica dirigida a esse público avançou. O Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), pela primeira vez na história do País, mediu com mais precisão o percentual de brasileiros com deficiência e mobilidade reduzida. O número surpreendeu: 14,5% da população. Hoje, cerca de 30 milhões de pessoas. Considerando o núcleo familiar médio e o seu círculo de relações, percebeu-se que aproximadamente dois terços da população brasileira têm contato diário com a realidade das deficiências. Faltava o Brasil tornar visível o que (quase) todos viam.
O debate público que se travou a partir dessa nova realidade trouxe o tema inclusão para o primeiro plano. As empresas despertaram para a importância de promover a capacitação de profissionais com deficiência de baixa escolaridade como forma de incluir com eficiência. A escola pública assumiu a tarefa de formar as próximas gerações com base no conceito de diversidade. Em dez anos, começamos a resolver um atraso de séculos. Como resultado, a deficiência passou a ser entendida como uma limitação e não mais como sinônimo de incapacidade. E, principalmente, que as limitações impostas por essa condição não significam um impedimento a que as pessoas levem uma vida normal.
O direito ao estudo e ao trabalho se tornaram práticas. Faltava afirmar um outro direito: o de acesso ao lazer. Parece incrível que o País ainda não houvesse se dado conta de que esse público também viaja, na maioria das vezes acompanhado, e contribui para a prosperidade da indústria de turismo. Para ser bem atendido, precisava que as suas necessidades específicas de acessibilidade fossem entendidas e implementadas pela infraestrutura turística. A boa notícia é que, nos últimos anos, têm acontecido importantes avanços nesse sentido – especialmente no que se refere às atrações, edificações públicas e serviços de transporte.
Quando começamos a fazer este guia, sabíamos que encontraríamos problemas. Poderia ser diferente? Afinal, é sabido que o turismo nacional dá os primeiros passos em direção à universalização do acesso ao lazer. Falta fazer muita coisa. Optamos, então, por identificar, dar visibilidade e valorizar o que já foi feito para melhorar o acesso da rede turística a todos os brasileiros.
Nesta primeira edição do Guia Brasil Para Todos – Um Roteiro Turístico e Cultural para Pessoas com Deficiência, escolhemos dez capitais brasileiras: Manaus, Brasília, Recife, Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, Florianópolis e Curitiba. A seleção foi feita com base na abrangência geográfica e de perfis de viagem: ?oresta, praias, cidades de importância histórica relevante ou com avanços importantes em termos de acessibilidade. A cada nova edição do guia, pretendemos aumentar o número de destinos pesquisados.
Para facilitar a consulta, usamos cores nas laterais das páginas indicando as regiões do País: verde para a região Norte, laranja para a região Nordeste, roxo para a região Centro-Oeste, vermelho para a região Sudeste e azul para a região Sul. Nas abas laterais, informamos o tema tratado: O que fazer, para atrações, Onde comer, para bares e restaurantes, e Onde ficar, para hotéis. Algumas capitais ganharam boxes (quadros) complementares apresentando destinos próximos que costumam ser procurados por turistas que as visitam. É o caso de Manaus, por exemplo, que atrai viajantes não apenas por causa de seus próprios atributos mas também por ser a porta de entrada para a ?oresta amazônica. Além das atrações históricas manauaras, mostramos hotéis de selva que permitem ao turista mergulhar em seus mistérios sem perder o conforto e apoio para tudo sair bem em sua viagem. Belo Horizonte, por sua vez, divide com três das Cidades Históricas de Minas Gerais – Tiradentes, Ouro Preto e Congonhas do Campo – o poder de atração de viajantes de outros estados brasileiros e do exterior. Por isso, o Guia deu a elas um complemento à viagem nessa capital do Sudeste. O passeio fica completo para quem consegue conhecer o passado e a modernidade mineiros. Se é verdade que Salvador possui atrativos suficientes para fazer qualquer um não querer sair de lá, a experiência de estender a viagem à Praia do Forte – distante apenas 80 quilômetros – permite conhecer uma bem-sucedida iniciativa de preservação ambiental e de respeito à vida: o projeto Tamar, que atua para defender as tartarugas marinhas através da proteção à sua reprodução. No Paraná, Curitiba é o destino. A capital surpreende quem não a conhece pelo equilíbrio entre o progresso e a preservação de áreas verdes. Ecológica por natureza, Curitiba possui atrações culturais e gastronômicas que a colocam como um destaque de qualquer roteiro de viagem. Ainda assim, não falta quem se disponha a pegar o carro, ou um avião, e esticar o passeio à distante Foz do Iguaçu, a 643 quilômetros, para contemplar o encanto das Cataratas. E até cruzar a fronteira para admirar a queda d’água do lado argentino. Indo a Recife, é impossível resistir a conhecer Olinda e Porto de Galinhas.
Todas essas últimas capitais apresentam destinos complementares que enriquecem a viagem. As informações foram organizadas de modo a facilitar a consulta. Publicações como a nossa sabem que a utilidade é a sua razão de ser. Cada capital ganhou um texto de abertura, que resume os seus encantos e oferece material para compreendermos melhor a sua história. Também na abertura, um quadro apresenta dados como a temperatura média local, prefixo telefônico, site da prefeitura e o percentual de moradores com deficiência.
O Guia Brasil Para Todos elegeu atrações, hotéis, bares e restaurantes obedecendo a três critérios: procura por turistas, faixas de preço e itens de acessibilidade implantados.
Além de dados sobre os destinos apresentados, o Guia traz dicas de viagem, informação acerca da legislação de atenção à pessoa com deficiência, acessibilidade, desenho universal e relativa à Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, das Nações Unidas, de que o Brasil é signatário.
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DICAS DE VIAGEM ANTES DE PARTIR
Viajar é ótimo, quem não adora? Ter a chance de, por uns dias, sair da rotina, viver uma vida diferente, conhecer novos lugares, novas pessoas... E, às vezes, até entrar numa roubada. Já aconteceu com você de chegar àquele restaurantezinho “superbacana” que o um amigo indicou e descobrir que ele estava fechado? Ou chegar carregado de malas no hotel que recomendaram, e só então ficar sabendo que não havia quartos disponíveis, pois a cidade estava lotada por conta de um show de estrela do rock internacional? Se você já passou por isso, sabe: faz par te. a única forma de evitar o estresse é planejar. Ainda mais sabendo que as cidades, de forma geral, ainda devem muito no quesito acessibilidade.
Destino escolhido, faça as contas, as reservas, estude o roteiro do passeio e boa viagem!
DICAS PARA VIAJANTES EM GERAL
- Defina o seu destino de viagem a partir da quantidade de dias que tem para passear. É importante não esquecer de comparar quantos dias tem disponível para viajar, e quanto tempo precisaria para conhecer bem o lugar escolhido. Algumas cidades, pelo excesso de atrações, ou pelo seu tamanho e dificuldades de deslocamento, exigem mais dias de estadia do que outras. Se não tem muito tempo disponível, talvez seja melhor deixar para a próxima vez. Então, escolha outro destino.
- Escolha o meio de transporte e faça pesquisa de preços. Verifique com seu cartão de crédito e banco se dispõe de planos especiais que deem direito a milhas de viagem. Faça o mesmo se tiver cartão de fidelidade da companhia aérea escolhida para viajar. Então, faça a reserva. Quanto maior a antecedência da viagem, melhores serão as tarifas.
- Faça um planejamento financeiro para estimar o seu custo diário na viagem. Não se esqueça de calcular os gastos com transporte, despesas com alimentação e ingressos para as atrações, além das despesas com aquelas comprinhas irresistíveis.
- Não esqueça de preparar um kit com os remédios que costuma utilizar. Assim irá evitar idas desnecessárias à farmácia.
- Pesquise sobre o clima que encontrará em seu destino para não levar roupas inadequadas. Dependendo da época da viagem, aquela cidade de praia onde faz sol quase o ano inteiro pode estar justamente atravessando a sua única semana de chuva na estação.
- Há quem ache exagero, mas recomenda-se fazer seguro de viagem (com proteção pessoal contra acidentes, despesas médicas e extravio de bagagem) para não ter susto.
DICAS PARA VIAJANTES COM DEFICIÊNCIA
- Ao ligar para fazer a reserva no hotel ou na pousada, pergunte sobre o apartamento adaptado. Pergunte? Não, entreviste o recepcionista. Mesmo que ele diga que o hotel tem, sim, quarto adaptado, e que as adaptações estão todas dentro das normas, comprove. Insista: qual é a largura do batente da porta?; o banheiro tem barras de apoio?; chuveiro ou banheira?; com blindex ou cortina?; há rampas de acesso? Se ele parecer hesitante, peça educadamente para falar com o gerente. Assim não corre o risco de chegar lá e descobrir, por exemplo, que sua cadeira de rodas nem passa na porta.
- Caso você utilize cadeira de rodas, é importante lembrar de levar as ferramentas para montagem e desmontagem, pneus e câmeras sobressalentes, e uma almofada extra. Porque encontrar um estabelecimento especializado em consertos desse tipo numa cidade que não é a sua pode se revelar uma verdadeira odisseia... Além do quê, em caso de necessidade não perderá tempo procurando, quando poderia estar na praia, visitando o museu ou bebericando com os amigos.
DICAS DE VIAGEM
- Se vai praticar algum tipo de esporte de aventura, atenção! Verifique se há restrições para pessoas com deficiência, quais os equipamentos adequados para a prática do esporte e pesquise com os profissionais responsáveis se eles costumam realizar a atividade com pessoas com deficiência, e quais os riscos. E lembre-se: esportes radicais nunca são totalmente seguros – mesmo para praticantes experientes.
- Em parques e atrações turísticas, lembre-se de verificar sempre os horários de funcionamento (sim, há quem dê com a cara no portão fechado) e se oferecem atendimento especializado a pessoas com deficiência.
- Ao reservar o seu voo, avise desde então sobre a sua deficiência; pergunte sobre o transporte da cadeira de rodas, se tem deficiência física, ou de seu cão-guia, se visual. E procure escolher voos diretos, sem escalas: assim você evita deslocamentos como quando é preciso trocar de aeronave para prosseguir a viagem.
- O acompanhante de pessoas com deficiência severa tem desconto de até 80% na tarifa cheia, quando a companhia área avalia e considera que, por razões de segurança de voo e questões técnicas, é fundamental a presença de um acompanhante. Esse desconto não deve ser solicitado pela pessoa com deficiência – ele é oferecido pela empresa, que é obrigada a fazer essa avaliação. Nesse caso, certifique-se de que vale mais a pena usar o desconto, ou, eventualmente, adquirir uma passagem promocional.
- Fale com o veterinário: pessoas cegas viajando na companhia de cãoguia devem apresentar carteira de vacinação atualizada do animal, com comprovação de vacina múltipla, antirrábica e tratamento anti-helmíntico.
- Bengalas, muletas e andadores devem ser transportados na cabine de passageiros, assim como o cão-guia, que viajará aos pés do dono; cadeiras de rodas devem ser despachadas – gratuitamente –, e são consideradas como bagagem prioritária.
EMPRESAS AÉREAS
- A TAM (www.tam.com.br) avisa em seu web site que passageiros com deficiência fisica ou que necessitam da utilização da cadeira de rodas devem comunicar com antecedência a Central de Atendimentos da companhia e apresentar-se para embarque 1h30 antes do voo (no caso de viagens domésticas; se o voo for internacional, o tempo pula para 2h30, ou 3h, se o destino for os Estados Unidos). Cadeiras de rodas com bateria molhada deve ser despachada sem o artefato; já a cadeira de rodas com bateria seca não necessita que esta seja retirada. A empresa disponibiliza, ainda, um número de telefone gratuito para atender a pessoas com deficiência auditiva: 0800-555-500.
- Na GOL (www.voegol.com.br), pessoas com deficiência visual embarcadas são apresentadas aos chefes de cabine, que as orientam sobre a utilização de equipamentos de segurança; a empresa dispõe de folhetos em Braille sobre o assunto e recomenda que passageiros com deficiência visual reservem assentos fora da área de circulação. A Gol avisa, ainda, que não permite embarque de baterias de cadeira de rodas com líquidos corrosivos. Transporta apenas baterias à base de lítio ou gel, conforme determina o Artigo 48 da Portaria 676 do Departamento de Aviação Civil. O telefone gratuito de atendimento para passageiros deficientes auditivos é o 0800-281-0466, das 6h à 0h.
BELO HORIZONTE
- Aeroporto da Pampulha/ Carlos Drummond de Andrade Praça Bagatelle, 204, Aeroporto Telefone: (31) 3490-2000 Distância do Centro: 9 km.
- Aeroporto Internacional Tancredo Neves/Confins Rodovia MG-10, km 39 Telefone: (31) 3689-2700 Distância do Centro: 38 km.
BRASÍLIA
- Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek. Telefone: (61) 3364-9000 Distância do Centro: 11 km.
CURITIBA
- Aeroporto Internacional Afonso Pena Av. Rocha Pombo, s/nº, São José dos Pinhais Telefone: (41) 3381-1515 Distância do Centro: 18 km.
FORTALEZA
- Aeroporto Internacional Pinto Martins Av. Senador Carlos Jereissati, 3.000, Serrinha Telefone: (85) 3392-1030 Distância do Centro: 6 km.
FLORIANÓPOLIS
- Aeroporto Internacional de Florianópolis Av. Diomício Freitas, 3393, Cariano Telefone: (48) 3331-4000 Distância do Centro: 12 km.
MANAUS
- Aeroporto Internacional Eduardo Gomes
Av. Santos Dumont, 1350, Tarumã Telefone: (92)3652-1210 Distância do Centro: 14 km.
RECIFE
- Aeroporto Internacional de Guararapes/Gilberto Freyre Praça Ministro Salgado Filho, s/nº, Imbiribeira Telefone: (81) 3322-4188 Distância do Centro: 11 km.
RIO DE JANEIRO
- Aeroporto Santos Dumont Praça Senador Salgado Filho, s/nº, Centro Telefone: (21) 3814-7070 Distância do Centro: 1 km.
- Aeroporto Internacional do Galeão/Tom Jobim Av. 20 de Janeiro, s/nº, Ilha do Governador Telefone: (21) 3398-5050 Distância do Centro: 20 km.
SALVADOR
- Aeroporto Internacional Luis Eduardo Magalhães Praça Gago Coutinho, s/nº Telefone: (71) 3204-1010 Distância do Centro: 28 km.
SÃO PAULO
- Aeroporto de São Paulo/ Congonhas Av. Washington Luís, s/nº, Vila Congonhas Telefone: (11) 5090-9000 Distância do Centro: 8 km.
- Aeroporto Internacional de Guarulhos/Governador Franco Montoro Rodovia Hélio Smidt, s/nº, Ed. Interligação Telefone: (11) 2445-2945 Distância do Centro: 25 km.
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A i.Social – Soluções em Inclusão Social é uma consultoria que, há dez anos, atua em favor da inclusão profissional de pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal. Pautada pelos conceitos mais modernos sobre inclusão e, aliada a uma forte cultura empresarial, a i.Social presta consultoria às corporações a partir da proposição de cinco módulos: diagnóstico, estrutural, cultural, capacitação e qualidade. Por ter assessorado mais de cem empresas, a i.Social acumula grande experiência no que se refere à inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal. E, por isso, preocupa-se com a adequação e redefinição de todos os módulos e ações para cada uma das organizações.
Profissionais com deficiência interessados em oportunidades de trabalho devem enviar currículo para o e-mail rh@isocial.com.br. Site: www.isocial.com.br
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