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À SOMBRA DOS PINHEIRAIS
Verde, muito verde, e qualidade de vida resumem a capital paranaense
Curitiba é uma cidade cuja alma se explica pela própria etmologia da palavra: em guarani (a tribo que inspirou a troca do nome da antiga Vila de Nos-sa Senhora da Luz dos Pinhais para o atual), kur yt iba significa “lugar com grande quantidade de pinheiros”. Em-bora a araucária seja a árvore símbolo do estado, foi a imagem dos pinheirais que batizou a metrópole. Araucária, que também é conhecida como pinheiro-do-Paraná, ficou sendo o nome do muni-Jardim Botânico: cípio vizinho. A capital do jovem estado estufa com do Paraná, que conquistou a autonomia 50 espécies apenas em 1853, quando o Brasil já era da Mata Atlântica independente de Portugal, ganhou status de centro politico e administrativo – ou governo –, há apenas 155 anos. Até então, servia de entreposto para os tropeiros que trafegavam do extremo Sul do Brasil a São Paulo e Minas Gerais. Hoje, brilha por seus próprios méritos, embora nem todos entendam, ainda, a alma da cidade. É que muita gente se engana com a aparente frieza curitibana. Sim, aqui faz frio, e muito, no inverno. Mas a ânima local é fruto da combinação de dois traços: a altitude (934,6 metros), que gera um clima temperado (a temperatura média, 16,5 graus, é a menor entre as capitais brasileiras) e a forte imigração européia a partir da segunda metade do século XIX. A placidez e o respeitoso distanciamento da população são cartões de visitas que não resistem à aproximação. E sentir-se íntimo de quem vive aqui é mera questão de entender a gênese da cidade e saber valorizá-la. Pois se há algo que caracteriza o curitibano é o cuidado com a própria casa.
Já nos anos 1980, a cidade fazia coleta seletiva de lixo. Em 1990, não por acaso, foi premiada pelas Nações Unidas com o United Nations Environment Program (Unep) – um dos primeiros atestados globais de excelência ambiental. Desde então, Curitiba vem colecionando títulos e reconhecimentos pelo incentivo à qualidade de vida. E demonstra ter aprendido a crescer sem sacrificar suas conquistas ambientais.
A HORA E VEZ DO TURISMO
O crescimento do turismo vem sendo alavancado pela fama de cidade-modelo. E, claro, pelo desenvolvimento industrial, que trouxe fábricas para o cinturão fabril e novos moradores vindos de todas as partes do País. Há algum tempo, o volume de visitantes que a metrópole recebe anualmente supera o tamanho da própria população. São, em média, de 150 mil a 200 mil turistas por mês, que lhe trazem prosperidade e sepultam, dia após dia, o estigma de capital provinciana que lhe foi aposto. Curitiba, afinal, é cada vez mais conhecida internacionalmente.
Quem visita a cidade descobre em poucas horas por que aqui se vive bem. E num ritmo que permite incluir a atividade física na rotina diária. Curitiba possui nada menos de 30 parques e bosques.A maioria se localiza na parte norte da cidade. Somam 22 milhões de metros quadrados de área verde: 52 metros quadrados por habitante, o que dá duas vezes e meia mais do que a média recomendada pela Organização Mundial da Saúde (19 metros quadrados por habitante). O Barigui, que perdeu o trema na grafia com a reforma ortográfica, é um dos mais procurados, ao lado do Tanguá e do bosque do Papa, inaugurado após a primeira visita do pontífice João Paulo II. A área plana, muitas sombras sob a vegetação nativa e banheiros adaptados fazem do Barigui o preferido dos curitibanos com deficiência e um dos mais indicados ao turista com essa condição que pretende manter o hábito de praticar atividades físicas.
O jovem Jardim Botânico, fundado em 1991, impressiona os forasteiros. Não lhe
faltam credenciais para isso, como sua imponente estufa (são 50 espécies nativas da Mata Atlântica), o Museu Botânico,
o Espaço Cultural Frans Krajcberg e uma mata nativa que permite vislumbrar, com alguma sorte, animais silvestres: patos selvagens, papagaios e cotias, entre eles.
A rede de transportes é considerada um dos pontos altos da cidade. Aqui, o transporte coletivo é motivo de elogio e não de críticas. Com razão. As plataformas de embarque, ou tubos, servem para facilitar o acesso de cadeirantes, que contam, ainda, com elevadores e baias exclusivas para embarque. O turista com deficiência é atendido pela Linha Turismo, que possui jardineiras adaptadas, para percorrer as principais atrações turísticas da capital.
PASSEIO NA BOCA MALDITA
O Centro Histórico merece uma visitação sem pressa, de preferência a pé, embora suas calçadas precisem de reformas para facilitar a circulação de cadeirantes, deficientes visuais e pessoas com mobilidade reduzida. Afinal, nada como caminhar para sentir-se parte de um lugar. A rota do passeio deve, necessariamente, incluir a Boca Maldita – púlpito livre onde as pessoas se reúnem para praticar, assumidamente, um esporte
não-assumido: falar mal de todos e de tudo, com ou sem motivo. Aqui, quanto mais ferina é a língua, mais se faz respeitar. Depois de desopilar o fígado com boas gargalhadas, sem culpa, siga em frente. Frequentadores antigos contam que em certa época a Boca ficou mal falada – o que não deixa de ser irônico. Isso porque houve quem extrapolasse a ética da boca maledicente (sim, ela existe), levando suas diferenças para outras plagas: virou moda, nesse período, noticiar aos quatro ventos o falecimento de
desafetos que, na verdade, gozavam de boa saúde. Tudo para atazanar o pobre. A casa, digo, a Boca, foi arrumada tão logo o bom-humor venceu o recalque. Ainda no Centro, a Praça Tiradentes, o marco zero da cidade, e a Catedral Basílica da Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, construída em estilo gótico, atendem à curiosidade sobre as origens da
capital. A essa altura, vale a pena conferir se o cartão de memória da câmera digital não está cheio. Se achar que as fotos merecem ser reproduzidas em papel, mude a resolução da câmera para máxima: caberão menos cliques, mas o resultado será melhor. Quer ver mais igrejas? Perto dali, estão as da Ordem e a de Nossa Senhora do Rosário.
Em todos esses lugares é possível testar a hospitalidade curitibana, puxando conversa com os moradores para saber mais do que os guias contam. Com alguma sorte, será convidado para um café com bolo e, assim confirmará que a vocação gastronômica é outro ponto a favor de Curitiba. Embora o crescimento da cidade aponte para a disseminação da cozinha de tipo internacional – nesse aspecto, a mesma encontrada em São Paulo, Rio e qualquer outra grande capital – os restaurantes típicos italianos, poloneses e de outros países da Europa conservam o sabor que gerações e gerações de nonas curitibanas transmitiram oralmente às suas fi lhas. Entre os hits, experimente uma borsh – sopa de beterrabas salpicada com creme de leite – ou pierogis – pasteis cozidos recheados com cebola picada, ricota e batata.
Assim como a comida, a valorização da cultura é outra marca da cidade. Entre
museus e teatros, Curitiba contabiliza mais de 60. O Museu Oscar Niemeyer,
popularmente chamado de Museu do Olho (as curvas do mestre no concreto remetem a essa imagem), está entre os mais visitados por turistas – muitos dos quais ainda se surpreendem ao saber que a obra do arquiteto extrapola Brasília e Belo Horizonte.
Nos últimos anos, o poder público tem ampliado as opções de acesso de pessoas cegas e deficientes visuais à riqueza cultural da cidade, e do País. A Biblioteca Pública do Paraná, por exemplo, disponibilizou um vasto arquivo para esse público. Há desde obras impressas em Braille como em áudio, totalizando mais de 7 mil volumes. Um exemplo a ser seguido por outras cidades brasileiras.
A poucas horas daqui, é possível, ainda, conhecer o belíssimo litoral paranaense e assumir o sabor da mais surpreendente transição que o trajeto planalto-praia pode reservar. Começando pelas vias de acesso, não faltam deslumbrantes caminhos de asfalto e de ferro, configurados pela BR-277 ou pela Estrada da Graciosa, e pela ferrovia Paranaguá-Curitiba. O litoral guarda uma diferença marcante em relação às praias de outros estados: uma diversidade natural, da geografia à população, o que agrega valor ao turismo na região. Essa variedade espontânea, formada pela grande integração dos colonizadores ao clima e à topografia tropicais, tem raízes européias perpetuadas na mistura com o sangue nativo. Ao encontrar crianças morenas de cabelo sarará, ao ver e ouvir a dança do fandango e comer um barreado, o visitante absorve a rica trajetória cultural da área – nem mais europeia nem tupiniquim, e sim fruto do encontro de culturas que se fundiram para gerar uma nova.
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Cataratas do Iguaçu
Não perca tempo discutindo qual lado é mais bonito: o brasileiro ou o argentino. Um não existe sem o outro. Deslumbrese com o maior espetáculo das águas da América Latina, proporcionado pela grandeza das Cataratas do Iguaçu, o mais perto que puder. Aqui, o rio Iguaçu despenca ferozmente sobre um cânion na fronteira do Brasil com a Argentina, depois de percorrer todo o estado do Paraná. Nesse ponto, o leito principal do rio precipita-se na profunda fenda de erosão, formando a temida e irresistível Garganta do Diabo, uma queda de 80 metros e muitos milhões de metros cúbicos de água que hipnotiza quem se aproxima dela. As cataratas são a maior atração do Parque Nacional do Iguaçu. São formadas por quedas isoladas, que podem chegar a 300, dependendo do volume de água do rio. Juntas, se estendem por uma área de 2.700 metros, dos quais 800 estão do lado brasileiro e 1.900 do lado argentino. Iguaçu, em tupi-guarani, quer dizer “água grande”. Foram os índios cain-gangues, que habitaram as margens do rio, que batizaram as cataratas. Diz a lenda que o cacique dessa tribo tinha uma filha chamada Naipi que, de tão bela, foi consagrada ao deus M’boy, passando a viver somente para o seu culto. Porém, entre os caingangues ha-via um jovem guerreiro chamado Taborá que, ao ver Naipi, se apaixonou. No dia da festa de consagração da bela índia, Taborá aproveitou a distração de todos e fugiu com Naipi numa canoa rio abaixo. Foram arrastados pela correnteza. Reza a lenda que jamais se separaram. Ele foi transformado numa palmeira, debruçada sobre a garganta do rio. Ela, no arco-íris que em dias de sol se forma na cataratas. Além de histórias, o encanto do lugar impressiona turistas do mundo inteiro e de todas as idades: crianças, jovens e idosos. Após passar por um processo de revitalização, iniciado em 1999, o lado brasileiro do parque tornou-se mais
acessível para quem se locomove com cadeira de rodas. Há ônibus panorâmicos adaptados que levam os turistas para todas as atrações do parque. E rampas de acesso – algumas menos e outras mais inclinadas, que permitem ao turista com deficiência chegar facilmente às passarelas e conferir de perto a força e a beleza de uma das paisagens mais fascinantes de todo o mundo. Assim como acontece do lado brasileiro, o parque, do lado argentino, também oferece atividades de lazer ao turista. Uma delas é o Passeio Ecológico, feito em botes acessíveis. É silencioso e calmo. O barco navega pelo delta superior do rio Iguaçu, onde as margens são vistas em seu estado mais puro e natural.
Um passeio irressitível, mas com preço em dólar, é o voo de helicóptero sobre as cataratas. O passeio rápido, de 10 minutos, custa 60 dólares por pessoa. O longo, de 35 minutos, de 150 a 200 dólares por passageiro – o valor varia dependendo da lotação –, e inclui sobrevoar a Usina Hidrelétrica de Itaipu e a região de Foz do Iguaçu.
Arena da Baixada
O estado do Clube Atlético Paranaense, em fase de conclusão, é apontado como modelo de palco para a prática – e leitura – do futebol. Aqui, o torcedor possui ampla visão do jogo de qualquer ponto. Hoje, o conceito de arena multiuso, que disponibiliza o espaço para a realização de shows e de grandes concentrações de público, como em cultos religiosos, é considerado ideal para a sustentabilidade dos clubes. O Furacão, nesse sentido, saiu na frente. Possui loja de artigos esportivos, churrascaria, academia de
ginástica, lanchonete e 76 camarotes. Capacidade projetada: 40 mil lugares. Capacidade atual: 25.272 lugares. Visitas guiadas de 2ª a domingo, às 10h, 11h, 12h, 14h, 15 e 16h
(exceto em dias de jogos). R. Petit Carneiro, 57, Água Verde. Telefone: (41) 2105-5600. www.atleticoparanaense.com
Catedral
Localizada na Praça Tiradentes, onde a cidade nasceu, a Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz de Curitiba foi construída entre 1876 e 1893, em estilo neogótico, inspirado na Igreja da Sé de Barcelona, ocupando o mesmo local da antiga Matriz do século XVII, bem com o de sua sucessora, construída em 1720.
Inaugurada em 7 de setembro de 1893, já foi objeto de restauro nos anos de 1977 e 1993. A Catedral homenageia Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Padroeira de Curitiba, e abriga uma valiosa imagem da santa em madeira, que já foi objeto de furto – e recuperação. É Catedral Basílica Menor desde 8 de setembro de 1993, quando completou 100 anos. A missa das 18h de domingo é dedicada às pessoas surdas, contando com intérprete de Libras. Uma rampa na porta lateral esquerda permite o acesso de cadeirantes, apesar de íngreme. Missas: 2ª a sábado, 7h, 12h e 18h; domingo, 7h, 8h, 10h e 18h. Praça Tiradentes, s/n, Centro.
Cinemateca
A Cinemateca de Curitiba funciona em um antigo casarão do séc. XIX, oferecendo uma programação diferenciada de filmes e (eventuais) debates com realizadores e diretores de renome. Dispõe, ainda, de um acervo de peças antigas (câmeras, projetores e acessórios) em exposição permanente. Também são frequentes os lançamentos de filmes e vídeos de produtores locais. Ingressos abaixo do preço de salas comerciais. Possui um anfiteatro, com quatro vagas reservadas para cadeirantes na plateia. Possui dois banheiros adaptados. Sessões às 15 e 20 horas. Pres. Carlos Cavalcanti, 1.174, Centro. Telefone: (41) 3321-4235
Jardim Botânico
O Jardim Botânico Fanchette Rischbieter, cujo nome homenageia a engenheira urbanista pioneira na cidade (1929-1989), foi inaugurado em 1991. Seus jardins geométricos e a estufa de três abóbadas tornaram-se um dos principais cartões postais de Curitiba. A estufa abriga plantas características da Mata Atlântica. Sua arquitetura, em estrutura metálica e estilo art-noveau, foi inspirada em um palácio de cristal londrino do século XIX. O Jardim Botânico conta com o Museu Botânico, trilhas em bosque de araucárias, lago, quadras esportivas e um velódromo. Abriga, ainda, o Espaço Frans Krajcberg, uma galeria de 1.300 metros quadrados onde estão em exposição permanente 114 obras feitas a partir de madeira queimada, pelo pintor, gravador, escultor e
ambientalista polonês radicado na Bahia (passando por reformas). Destaque para
o Jardim das Sensações, com trajeto sensorial constituído de uma pista ladeada por sementeiras (com legendas em Braille), que oferece a oportunidade de ver, tocar e apreciar o perfume de espécies botânicas, bem como de simular ambientações de selva (pelo contato tátil e auditivo com arbustos e sons da natureza). Grupos guiados são convidados a fazer o percurso de olhos vendados. Não possui banheiros adaptados.
Diariamente, 6h às 21h e 7h às 20h (inverno). Herbário: 2ª a 6ª, 8h às 12h e 13h às 17h.
R. Eng. Ostoja Roguski – Bairro Jardim Botânico. Telefone: (41) 3362-5289 / 3362-1800 (Herbário). Grátis.
Museu Oscar Niemeyer
O ponto forte do Museu são as exposições temáticas e as grandes mostras individuais. Seu acervo permanente conta com uma vasta coleção de obras de artistas paranaenses e internacionais (de Guido Viaro a Pablo Picasso). Entre os brasileiros, destacam-se Amélia Toledo, Emanoel Araújo, Francisco Brennand, José Rufino, Nelson Leirner e Tomie Ohtake. As novas aquisições são constantes, o que impede uma quantificação exata do acervo, sempre alterada pelos trabalhos de pesquisa e restauração. Externamente, duas rampas dão acesso aos vários níveis dos pavilhões frontal (o “Olho”) e o traseiro. Internamente, uma rampa íngreme torna impraticável o acesso independente para pessoas com deficiência que usam cadeira de rodas não motorizada ao Olho. O Museu é servido por quatro elevadores (dois pequenos e dois médios, com legendas em Braille) e uma plataforma elevatória (para uma pessoa com cadeira), que leva ao último nível do pavilhão frontal. Banheiros adaptados no térreo, Olho e subsolo. Meia entrada para crianças até 12 anos. Maiores de 60 anos e grupos estudantis não pagam. Estacionamento próprio, gratuito, com quatro vagas para deficientes localizadas próximo à rampa de acesso ao prédio principal.
3ª a domingo, 10 h às 18h. R. Marechal Hermes, 999, Centro Cívico. Telefone: (41) 3350-4400. www.museuoscarniemeyer.org.br
Museu Paranaense
Inaugurado em 25 de setembro de 1876, o Museu tem como enfoque principal a trajetória histórica e a evolução humana no Paraná. Seu acervo abrange as áreas da arqueologia, antropologia, numismática e história. Destaque para o pavilhão História do Paraná, onde está montada a exposição permanente que traça a linha do tempo (8.000 aC - séc. XX), sintetizando o período entre a pré-história e a chegada dos imigrantes ao estado.
O acervo possui obras que cobrem do século XVI ao XX. Oferece agendamento para visitas guiadas. Entrada adaptada pela R. Ermelino de Leão. Meia-entrada para estudantes (com carteirinha) e maiores de 65 anos. Grátis para menores de 10 anos. Aos sábados, entrada gratuita. Banheiro adaptado. Estacionamento com manobrista. 3ª a 6ª, 9h às 17h; sábado, domingo e feriados, 11h às 15h. Fecha às 2ª. R. Kellers, 289, Alto do São
Francisco, Centro. Telefone: (41) 3304-3300. www.museuparanaense.pr.gov.br.
Ópera de Arame
Atração integrante do Parque das Pedreiras, de 103.500 metros quadrados e que inclui a Pedreira Paulo Leminski (um imenso teatro ao ar livre localizado numa antiga pedreira/usina de asfalto), a Ópera de Arame é uma edifi cação em três níveis feita com tubos metálicos e teto e paredes de policarbonato transparente. Inaugurada em 1992, foi projetada pelo arquiteto Domingos Bongestabs. Possui um palco de 400 metros quadrados, adequado para apresentações artísticas. Está localizada em uma área
verde de reserva ecológica e encravada sobre um lago de 7.200 metros quadrados repleto de carpas multicoloridas. O acesso é feito por rampas e passarelas de aço. Destaca-se pela beleza natural e arquitetônica, ineditismo estético e conceitual unindo arte, arquitetura,
paisagismo e preservação ambiental. Quiosque, lanchonetes, café, loja de souvenires. Banheiro adaptado. Estacionamento com vagas reservadas para pessoas com defi ciência. Grátis. 3ª a domingo, 8h às 21h. Parque das Pedreiras - R. João Gava, s/n°, Pilarzinho.
Telefone: (41) 3354-2662.
Parque Barigui
Um dos mais frequentados parques da cidade, o Barigui oferece uma grande variedade de atrações: lago, pavilhão de exposições, parque de diversões, Museu do Automóvel, restaurante, Salão de Atos, Bistrô, academia de ginástica, Espaço do Idoso, pista de bicicross, canchas esportivas, pistas para pratica de Cooper, ciclovias, trilhas, sanitários
públicos, pista de patinação, heliponto, churrasqueiras, lanchonetes e equipamentos de ginástica. É sede de grupo escoteiros e da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Tudo isso distribuído em uma área de 1,4 milhão de metros quadrados. A área plana facilita a circulação de cadeira de rodas. O livre acesso a cães de médio porte, abaixo de 20 quilos,
exige atenção especial com o cãoguia. Estacionamento próprio. Banheiros adaptados.
Diariamente, horário livre. BR 277 - Rodovia do Café, Km 0, Bairro Santo Inácio. Acesso pela: R. Cândido Lopes / R. Carlos de Carvalho / R. Brigadeiro Franco / R. Pe. Agostinho / R. Jerônimo Durski / BR 277 ou R. Cândido Lopes / R. Brigadeiro Franco / R. Pe. Agostinho / Av. Cândido Hartmann. Telefone: (41) 3335-7592 (Pavilhão de Exposição); Telefone: (41) 3335-4874 (Centro de Convenções – IMAP); Telefone: (41) 3335-2112 (Secretaria
Municipal do Meio Ambiente); Telefone: (41) 3335-1440 (Museu do Automóvel).
Shopping Estação
Localizado em uma antiga estação ferroviária da R.F.F.S.A., o Shopping Estação teve o seu projeto realizado para manter a concepção original da antiga construção, integrando o antigo e o novo, valorizando a iluminação natural e os jardins internos. Empreendimento do tipo multiuso, reúne num só espaço compras, entretenimento, cultura e eventos. São 170 lojas, dois teatros (Teatro Regina Vogue e Teatro de Bone-cos Dr. Botica), quatro museus (Museu Ferroviário, Espaço do Perfume, Estação Natureza e Museu da Farmácia), dez salas de cinema multiplex, uma variada praça de alimentação (1.700 lugares) e, em bloco anexo, um moderno centro de convenções – o Estação Embratel Convention Center. O Shopping é amplo e bem servido por rampas e passarelas, com inclinações de boas a aceitáveis. No geral, as atrações internas seguem o padrão; exceto no Teatro Regina Vogue (rampa / corredores íngremes, ausência de sanitários) e no Teatro Dr. Botica (escadaria na porta obriga cadeirantes a pedirem acesso pela saída de emergência). Os elevadores são amplos e con-tam com legendas em Braile. Banheiros adaptados. Estacionamento próprio, com 34 vagas reservadas para pessoas com deficiência. Diariamente, 10h às 22h. Av. Sete de Setembro, 2.775, Rebouças. Telefone: (41) 2101-9000. www.shoppingestacao.com
Teatro Novelas Curitibanas
Inaugurado em 1992 e reformado em 2006, o Novelas Curitibanas está instalado em um antigo e pitoresco casarão do século XIX, em pleno Centro velho de Curitiba. Originalmente morada de uma rica família de origem sírio-libanesa, a edificação também abrigou, décadas mais tarde, um comércio e um bordel, acumulando histórias e lendas urbanas. O teatro tem capacidade para acomodar 70 espectadores sentados em círculo,
no andar superior, proporcionando um espaço cênico que predispõe ao estreito contato entre plateia e público. Após a mais recente reforma, apresenta boa acessibilidade e oferece recursos como rampa de acesso, elevador e biblioteca temática adaptada – assim como banheiro adaptado. 5ª a domingo, 21h. (horário e dias de funcionamento sujeitos à mudança devido à programação). R. Pres. Carlos Cavalcanti, Centro. Telefone: (41) 3213-7525.
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Babilônia Gastronomia & Cia.
Aberto as 24 horas do dia, sete dias por semana, o restaurante faz jus ao nome, com opções que atendem aos mais diversos paladares. Aqui, você encontra pães e doces artesanais, bufê de caféda- manhã, sanduíches, petiscos, pizzas, sushi-bar, cafeteria, chope, drinques e até uma adega de vinhos e espumantes (com mais de 160 rótulos), além de acesso gratuito à Internet (wi-fi ) revistaria, charutaria, loja de CDs e DVDs. O
acesso ao salão é feito por rampa e há espaço entre as mesas, que acomodam bem a cadeira de rodas. Há um banheiro adaptado, ao lado do banheiro feminino. Estacionamento com manobrista. Al. D. Pedro, 541, Batel. Telefone: (41) 3566-6464.
Bar do Victor
Especialista em pescados e frutos do mar, o restaurante serve desde as tradicionais casquinhas de siri até sofisticados pratos, preparados pela chef Eva dos Santos Araújo. Não deixe de experimentar o bolinho de bacalhau e o espetinho de camarão, dois destaques dentre os petiscos da casa. Para acompanhar, uma extensa seleção de vinhos está disponível na carta – são cerca de 100 rótulos. O acesso ao restaurante é feito por ram-pa e o espaço entre as mesas é amplo, facilitando a circulação com cadeiras de rodas. Há banheiro adaptado, com porta que abre para dentro e para fora. O estacionamento possui três vagas reservadas para pessoas com deficiência, sinalizadas e mais largas do que as comuns, e não conta com serviço de manobrista. R. Lívio Moreira, 284, São Lourenço. Telefone: (41) 3353-1920.
Beto Batata
Misto de restaurante e ponto de encontro cultural, o charme da casa, que completa 10 anos de vida este ano, está na combinação do cardápio, repleto de saborosas opções de batatas suíças recheadas e de vinhos diversificados, com apresentações de música ao vivo e exposições culturais variadas. A decoração é despojada, com inúmeras pinturas, desenhos e fotografias de artistas locais. Todo mês, uma nova exposição ocupa as paredes do restaurante. Apesar do espaço reduzido entre as mesas, não há obstáculos no acesso, tanto para a parte coberta quanto para a área externa. A casa, contudo, ainda não conta com banheiros adaptados para o público com deficiência. R. Prof. Brandão, 678, Alto da XV. Telefone: (41) 3262-0840.
Cascatinha
O sistema da casa é o rodízio (no Sul, chamado de sequência) de pratos, começando pelo tradicional brodo – caldo de arroz com miúdos de frango – seguido de polenta e fígado fritos, risoto, frango a passarinho e prensado, radichi com bacon, espaguete alho e óleo, ao sugo e lazanha). O cliente pode repetir à vontade qualquer um dos fartos pratos, sem acréscimo no preço, e desfrutar a vista da bela cascata artificial que inspirou o nome do restaurante. O vinho da casa é uma boa pedida. O acesso ao restaurante é feito por rampa móvel de madeira e a circulação é garantida pelo amplo espaço entre as mesas. Estacionamento próprio, sem manobrista. Av. Manoel Ribas, 4.455, Santa Felicidade. Telefone: (41) 3335-1214.
Dom Antonio
Criado para homenagear o filho de imigrantes italianos e chefe da família Madalosso – que possui dois outros restaurantes na cidade, o Velho Madalosso e o Novo Madalosso –, este restaurante de decoração medieval chama a atenção pelos enormes salões, com capacidade para receber até 2.300 pessoas. O sistema é de bufê americano, com reposição constante de pratos como risoto, polenta, maionese, radichi, frango, massa e carne variadas. O acesso ao salão é feito por plataforma elevatória individual e o amplo espaço entre as mesas garante boa circulação aos cadeirantes. Há seis banheiros adaptados, três masculinos e três femininos, com legendas em Braille nas portas. O estacionamento possui nove vagas reservadas para pessoas com deficiência, sinalizadas e mais largas (3,5 metros) do que as comuns. Estacionamento próprio. Av. Manoel Ribas, 6.121, Santa Felicidade. Telefone: (41) 3273-3131.
Durski
Especializado em cozinha internacional garimpada in loco pelas constantes via-gens de seu proprietário e chef de cozinha, Júnior Durski, o restaurante, considerado o melhor do Paraná pelo Guia 4 Rodas 2009, oferece opções à la carte e também diferentes tipos de menus, como o Banquete Eslavo, Menu Confiance e Menu Degustação. Destaque para as sofisticadas especiarias importadas disponíveis na Delicatessen do restaurante, como chocolates belgas, trufas negras francesas, caviar russo Petrossian e vodka polonesa Goldwasser, com lascas de ouro. O acesso ao restaurante é feito por rampa e o amplo espaço entre as mesas garante a circulação com cadeiras de rodas. Estacionamento próprio, com manobrista. Av. Jaime Reis, 254, São Francisco. Telefone: (41) 3225-7893.
Fabiano Marcolini Alimentari
O espaço recria o ambiente de um empório italiano rústico, decorado com antiguidades e recheado de quitutes de encher os olhos. Fica difícil eleger apenas um ponto forte. Há quem diga se-rem os pães (o de vinho e do padre têm clientela cativa), baguetes recheadas e sanduíches, mas os doces artesanais e os 24 sabores do genuíno gelatto italiano tornam a disputa acirrada. Apesar do (único) degrau na entrada, há espaço para circulação de cadeiras de rodas na parte externa e cardápio em Braille. Convênio com estacionamento à R. Cel. Dulcídio, 199. Al. Dr. Carlos de Carvalho, 1.181, Batel. Telefone: (41) 3322-9362.
L’epicerie
Premiado pelo Guia Quatro Rodas 2009, o charmoso bistrô nasceu da paixão de sua proprietária, Fanie Delatte, pela culinária de sua terra natal, a França, onde estudou gastronomia e atuou em restaurantes de Lyon e Paris, antes de vir para o Brasil. Destaque para clássicos como o peito de pato, servido com molho de frutas vermelhas e maçã glaceada, e tournedo ao molho poivre (medalhão de filé mignon ao molho de pimenta moída). Como um autêntico bistrô, o salão não apresenta espaços amplos para circulação com cadeira de rodas. Há banheiro adaptado. Estacionamento com serviço de vallet. Fechado aos domingos e segundas-feiras. R. Fernando Simas, 340, Bigorrilho. Telefone: (41) 3079-1889.
Parrilla Buenos Aires
Não fossem as grandes janelas que dão para a rua do 1º andar deste antigo prédio do Centro de Curitiba e você poderia jurar que está em Buenos Aires. Decorado com imagens da capital portenha e dançarinos de tango, o restaurante oferece as tradicionais carnes de corte argentino preparadas na parrilla (grelha), como o bife de chorizo (corte transversal do contrafilé), assado de tira (costela borboleta), chinchulin (moídos de boi), cerdo (costela de porco) e morcilla (linguiça feita com o sangue do boi), dentre vários outros tipos de carne servidas em sequência (rodízio). Guarde espaço para provar uma autêntica panqueca de dulce de leche (doce de leite), um clássico argentino. Às 5ª e sábados há tango e bolero, ao vivo. Apesar da falta de acessibilidade, vale a visita. A casa garante que a equipe está preparada para atender bem aos clientes com deficiência. Não tem estacionamento. Fecha aos domingos. Pça Osório, 431, 1º andar. Telefone: (41) 3232-1020.
Villa Marcolini
Ambientado em estilo neoclássico, com 8 metros de pé direito e quatro ambientes, o restaurante privilegia a culinária do Norte da Itália, oferecendo massas artesanais, mais de 50 qualidades de azeites de oliva extravirgem e várias opções de grelhados. O Ossobuco de Vitela e o Bacallà (bacalhau) Vicentina são pratos muito elogiados. As sobremesas são outro destaque da casa, que orgulha-se de usar chocolates preparados com cacau de diferentes origens. O acesso não oferece dificuldade e o amplo espaço entre as mesas garante boa circulação aos cadeirantes. O cardápio, trilíngue, tem versão em também em Braille. Estacionamento próprio, com serviço de manobrista. Av. Visconde de Guarapuava, 5.354, Batel. Telefone: (41) 3023-4664.
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Alta Reggia Plaza
Estrategicamente localizado na área central de Curitiba e próximo aos principais shopping centers da cidade, o hotel oferece fácil acesso a restaurantes, teatros e pontos turísticos da cidade. O restaurante Mahogany é uma boa pedida para um jantar romântico, à luz de velas. Internet com banda larga. Elevadores com sinalização em Braille. Possui ar-condicionado e sistema de calefação. Convênio para serviços de remoção de emergência. Estacionamento com manobrista. 84 apartamentos (1 adaptado). R. Dr. Faivre, 846, Centro. Telefone: (41) 3026-3223. www.altareggia.com.br
Four Points by Sheraton Curitiba
Localizado no Batel, bairro nobre de Curitiba, oferece fácil acesso a lojas, restaurantes, boates e opções culturais da cidade. Destaque para a sofisticação das instalações, com camas king-size, sistema closed caption, equipe especializada, atenciosa e equipamentos de última geração. Corredores amplos e boa sinalização facilitam a circulação com cadeira de rodas em todas as áreas do hotel. Nos apartamentos adaptados, a escrivaninha e olho mágico são rebaixados, a porta do banheiro é de correr, mais larga que as comuns. O balcão da recepção possui área rebaixada para atender a cadeirantes. Estacionamento próprio, com manobrista, sem demarcação de vagas para pessoas com deficiência. Internet com banda larga. Elevadores com sinalização em Braille. 165 apartamentos (2 adaptados). Av. 7 de Setembro, 4.211, Batel. Telefone: (41) 3340-4000. www.starwood.com
Tulip Inn Express Santa Felicidade
Localizado a 6 quilômetros do Centro da cidade, no bairro Santa Felicidade, símbolo gastronômico da capital paranaense, oferece fácil acesso a inúmeras opções de restaurantes, com destaque paras as cantinas italianas. Possui piscina coberta e aquecida e café-da-manhã incluído na diária. Corredores amplos e boa sinalização facilitam a circulação com cadeira de rodas. Banheiros adaptados junto ao salão de café-da-manhã. Estacionamento próprio, sem demarcação de vagas para pessoas com deficiência. Internet com banda larga grátis. Elevadores com sinalização em Braille. 100 apartamentos (2 adaptados). Av. Manoel Ribas, 5.480, Santa Felicidade. Telefone: (41) 3075-5000. www.hinnbrasil.com.br
Ibis Batel
Opção econômica com o bom padrão que caracteriza a rede ibis. Possui 150 apartamentos com bom espaço, um dos quais é adaptado. TV a cabo com tela de 29 polegadas, Internet de banda larga no quarto e escrivaninha rebaixada com vão inferior livre para as pernas. Caféda- manhã incluído na diária. Elevadores com sinalização em Braille e boa área de
circulação para cadeira de rodas. Balcão da recepção possui área rebaixada para atender a esse público. Estacionamento próprio, com manobrista e vagas demarcadas para pessoas com defi ciência. Rua Com. Araújo, 730, Batel. Telefone: (41) 2102-2000. www.ibis.com.br
Lizon Curitiba Hotel
Possui 78 apartamentos, dos quais 1 é adaptado para pessoas com deficiência
(cama box springer king size). TV a cabo com tela de 21 polegadas, Internet de
banda larga nos quartos (com cartão), spa, sauna úmida e sala de ginástica. Café-da-manhã gratuito para estudantes e professores credenciados. Opção indicada para quem planeja explorar as atrações do Centro. Estacionamento próprio, com manobrista.
Av. 7 de Setembro, 2.246, Centro. Telefone: (41) 2104-9494. www.lizon.com.br
Mercure Curitiba Batel
A localização no Batel, um dos bairros nobres da cidade, oferece ao turista fácil acesso a lojas, restaurantes e boates. A proximidade com o Centro, rapidez para desfrutar das muitas opções culturais de Curitiba. Destaques para o ambiente calmo e agradável, equipe solícita e disposta a colaborar, e cozinha adaptada nos apartamentos. Internet com banda larga, grátis. Elevadores com sinalização em Braille. 146 apartamentro (2 adaptados, no 1º andar). Estacionamento próprio, sem demarcação de vagas para
pessoas com deficiência. R. Angelo Sampaio, 1.177. Telefone: (41) 3342-9395. www.accorhotels.com.br
Pestana Curitiba
Considerado o melhor hotel da cidade, tem no conforto, serviços e boa localização um pacote atraente que compensa a maior tarifa. O Espaço Cultural David Carneiro, no anexo do hotel, abriga exposição permanente da obra desse famoso escritor e historiador paranaense. Internet com banda larga grátis. Possui 173 quartos, com espaço amplo, dos quais 2 são adaptados. Diária não inclui café-da-manhã. Possui sistema de calefação, além de ar-condicionado. Serviço de spa (NAGA SPA by Sushindo). Corredores amplos facilitam a circulação de cadeirantes. Balcão da recepção possui área rebaixada para atender a esse público. Mantém convênio com hospital do bairro (o Santa Cruz), para atendimento preferencial. R. Comendador Araújo, 499, Batel. Telefone: (41) 3017-9900. Estacionamento próprio. www.pestanahotels.com
Quality Hotel Curitiba
Muito procurado por executivos em viagem pelo Sul do País, tem no bom atendimento da equipe um diferencial. Possui 96 quartos com bom espaço, 1 dos quais é adaptado. TV a cabo com tela plana de 29 polegadas, Internet de banda larga nos quartos. Business Center e Fitness Center. Café-da-manhã incluído na diária. Elevadores com sinalização em Braille e boa área de circulação para cadeira de rodas. Estacionamento próprio, com manobrista. Al. D. Pedro II, 740, Batel. Telefone: (41) 2103-4000. www.atlanticahotels.com.br
Radisson
São 192 apartamentos, dos quais 2 são adaptados para pessoas com deficiência. Possui restaurante – italiano (Lucca), piscina (acesso por degrau), sauna e sala de ginástica. Serviço de check in e de check out preferencial para pessoas com deficiência. Elevadores com sinalização em Braille e excelente área de circulação para cadeira de rodas. Estacionamento próprio, com manobrista. Av. 7 de Setembro, 5.190, Batel. Telefone: (41) 3351-2222. www.atlanticahotels.com.br
Slaviero Executive
A proximidade com o Shopping Center Curitiba é um dos atrativos do hotel, que possui 70 apartamentos, dos quais 1 é adaptado para pessoas com deficiência. Os quartos têm TV a cabo com tela de 20 polegadas. Serviço de Internet de banda larga e sala de ginástica para uso dos hóspedes. O hotel possui, ainda, estacionamento próprio com serviço de manobrista. Av. Visconde de Guarapuava, 4.069, Batel. Telefone: (41) 3017-1040. www.hotelslaviero.com.br
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CRONISTA DA CIDADE - José Olímpio Cavallin, 49 anos, produtor cultural e roteirista
Pouca gente em Curitiba trabalha tanto quanto o pontagrossense J. Olímpio. As sequelas severas de poliomielite, de que foi acometido com menos de 1 ano de idade, o levaram para uma cadeira de rodas motorizada para conseguir mais independência. Após uma rígida disciplina matinal, que envolve exercícios e preparativos pessoais, ele está pronto para começar o dia: liga o computador e conecta-se com o mundo. Literalmente. Conhece gente de todas as partes. E fala com elas em vários idiomas. A todas, convida a conhecer Curitiba. “Não faltam atrações para o turista”, afirma. “E a cidade tem avançado no quesito acessibilidade.” Dublador, compositor e tradutor, Olímpio é um dos produtores e roteristas do fi lme O Sal da Terra (http://osaldaterra.com.br ) que este ano está sendo exibido em todo o País depois de estrear com sucesso em cidades do Paraná. São dele as dicas de viagem de Curitiba apresentadas neste Guia.
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